terça-feira, março 09, 2010

O paradoxo da rotina

Lembra quando vc só namorava e cada dia era uma novidade? Rotina zero! Baladas, viagens, programas mil! Namoro mais sério, até que tinha uma rotina, mas aquela rotina gostosa tipo, cinema, jantar, ficar curtindo preguiça... Depois veio o casamento e aquela doce rotina de ficar em casa, cozinhar para o bem, receber as pessoas... Mas depois a palavra rotina já fica temida e parece uma ameaça, coisa de casal que se acomoda.
Aí surge o baby e tudo o que você quer na vida é instituir uma rotina perfeita, com horário pra dormir, mamar, sonecas, frutinhas. O problema é que papai e mamãe já não aguentam tanta rotina e querem fugir um pouquinho dela: mas que dificuldade é isso!
Sábado foi o meu niver e queríamos fazer algo diferente do habitual. Enfim, sair da rotina! Mas, para o nenê que tem todo o seu sistema isso é um tanto sacrificante. E acaba sendo muito estressante para os papais. Bebê fica indócil, querendo o seu bercinho, sem barulho, comer no seu cadeirão e se pudesse incendiaria o bebê-conforto!
Mas não me dei por vencida, até mesmo porque acho que ele tem que entender o que é fim-de-semana. Durante a semana, rotina espartana. Final de semana, relax, light, libera geral!
E olha que deu até pra jantar no restaurante japonês que a mamãe adora! É claro que precisou de algumas adaptações tipo jantar às 7 da noite, o pessoal do restaurante também foi super bacana e abaixou o som e a luz. Mas fiquei muito feliz por ele estar participando da nossa quebra de rotina, especialmente no meu primeiro aniversário com o adorável nos braços!




Detalhe: olha a cabaninha ao meu lado. O Adorável estava lá dentro dormindo!

Um comentário:

Thais Bessa disse...

Coitadinho, tendo que ir no japones! Eca!

Podia ter incluido ele na foto, ne?